Pastoril revela tradição da cultura escadense

Dezenas de pessoas se reuniram na Gruta do Vigário, centro de Escada, na noite deste domingo (15), para dividir aplausos e torcidas entre os cordões “azul” e “encarnado”. Foi desse jeito que o público pôde assistir e participar do Pastoril de “Dona Sila”.

Organizado há pelo menos uma década pela professora Maria José Souza Leão (Dona Zeta), o pastoril de Dona Severina de Menezes Lira (Dona Sila), é formado por crianças com idades ente 6 e 12 anos. Uma beleza que merece chegar aos olhos e coração de todos. A próxima apresentação está marcada para domingo (22), em frente à Igreja Matriz, logo após a Celebração da Missa.

Histórico: Pastoril, são cantos ou louvações que, em outras épocas, eram entoados, diante do presépio, nas noites de Natal, e mais especialmente na véspera, para aguardar a celebração da Missa do Galo. Representavam a visita dos pastores ao estábulo de Belém, com ofertas, louvores e pedidos de benção.

O Pastoril nasceu dos dramas litúrgicos da Natividade, representados nas igrejas, nos quais se assistia ao nascimento de Jesus, ao aviso dos pastores, à adoração dos Magos e à oferenda de incenso, mirra e ouro, e por fim à mensagem do anjo aos reis, para não irem ao Palácio de Herodes. Quanto à denominação de cordão azul e encarnado é justificável, por serem as cores votivas de Nosso Senhor e Nossa Senhora. Confira algumas fotos.

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