Os palanques não foram desarmados

preconceito

As eleições não terminaram. Pelo menos é isso o que se percebe com os pronunciamentos e matérias veiculadas pela grande imprensa nacional. Há um ataque fervoroso, contra o governo da presidenta Dilma, como se ainda estivéssemos às vésperas do segundo turno.

E como se não bastasse a atrasada retórica que sugere a divisão entre sul-sudeste e norte-nordeste, entre os supostos sábios e os possíveis ignorantes, a derrota dos tucanos serviu para alimentar ainda mais o ódio que prospera dos corações nevistas.

Nem tão nevistas assim. Até porque as armas seriam as mesmas seja qual fosse o candidato da oposição. É bom lembrar que muitos se irmanaram num só coro contra os governos Lula e Dilma, sem levar em consideração os avanços sociais do Brasil nos últimos doze anos.

Mas, queiram ou não; gostem ou não; aceitem ou não; a maioria do povo brasileiro quis e vai continuar defendendo o projeto que se propõe a tornar o Brasil um país mais igual, mais justo e com iguais oportunidades de vida.

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